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Se o sistema solar foi causado por uma colisão acidental, então o aparecimento de vida orgânica neste planeta foi também um acidente, e toda a evolução do homem foi também um acidente. Se é assim, todos os nossos pensamentos são meros acidentes – o subproduto acidental do movimento dos átomos. E isso vale para os pensamentos dos materialistas e dos astrônomos tanto quanto para os dos outros. Mas se os pensamentos  deles - i.e., do Materialismo e da Astronomia – são meros subprodutos acidentais, por qual motivo deveríamos acreditar que são verdadeiros? Não vejo razão para acreditar que um acidente possa ser capaz de me dar uma explicação correta de todos os outros acidentes. É como esperar que a forma acidental tomada por uma poça de leite, quando derramado de uma garrafa, explique corretamente como a garrafa foi feita e o motivo do derramamento. (Answers to Questions on Christianity)

CANÇÕES E REFLEXÕES DE UM PALHAÇO por Plínio Marcos

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“Por mais que as cruentas e inglórias batalhas do cotidiano duro ou cínico o suficiente para ele permanecer indiferente às desgraças ou alegrias coletivas, sempre haverá no seu coração, por minúsculo que seja, um recanto suave onde ele guarda ecos dos sons de algum momento de amor que viveu na sua vida. Bendito seja quem souber dirigir-se a esse homem que se deixou endurecer, de forma a atingi-lo no pequeno núcleo macio de sua apatia, essa grotesca forma de autodestruição a que por desencanto ou medo se sujeita, e inquieta-lo e comove-lo para as lutas comuns da libertação”.  Plínio Marcos: escritor, ator e jornalista.

Cabelo, Carrefour, Café

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Ontem foi um dia muito corrido e cansativo... fiquei na loja até às 20h... derretendo de calor. Saí e fui pra casa... trânsito CHATO, CHATO e CHATO... Cheguei em casa e... TINHA DEIXADO A CHAVE DE CASA NA GAVETA DA LOJA!! Muita vontade de chorar... estava muito calor, eu suando muito! Tinha duas opções: ou voltava na loja ou ia até a igreja, no centro, encontrar minha mãe (que estava num curso) pra pegar uma cópia das chaves. Escolhi a segunda opção. Fui até o centro e, só para vocês terem uma idéia da minha peregrinação: saí da loja em São Bernardo, no fim da Marechal, perto do terminal Ferrazópolis e fui pra casa em Santo André, depois da Vila Luzita... cheguei em casa e fui até o bairro Jardim, na rua das Figueiras, para encontrar minha mãe e pegar a chave... e agora era voltar pra casa, mas... o álcool estava no fim, então tive a brilhante idéia de passar no Carrefour para abastecer, até porque estava morrendo de fome. Entrei no Carrefour, fui no McDonalds, comi feliz da vida e olh...

Despedida

Já estou no Brasil, mas, no dia que eu ia embarcar fui dar um último passeio na cidade... estava no Museu quando ouvi uma batucada. Vinha da universidade da frente... fui ver o que era e, pra minha surpresa, era uma escola de samba... tocada pelos cingapureanos!  O Brasil me persegue mesmo! Engraçado foi ver o pessoal tentando sambar... tinham a graça de um cubo de gesso caindo escada abaixo!

Sobrevivi!

Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo" (Pv. 27:17) Hoje é o meu último dia aqui em Cingapura... e eu sobrevivi! Muitas histórias engraçadas (algumas estão aqui no blog), momentos emocionantes, mas o que fica mais forte são: a presença de Deus e as amizades. Não sei se teremos condições de algum dia reunir essas pessoas de novo, então a despedida acaba se tornando um adeus... mas ainda bem que temos a Internet, nao é! Relacionamento! Aqui foi intenso, 25 dias vivendo praticamente confinados... um desafio e uma experiência e tanto... mas o maior desafio, a maior experiência vai ser a volta, o dia-a-dia, a vida real.  Voltar aos relacionamentos já estabelecidos, escolhidos, com uma longa história. Espero voltar melhor, aperfeiçoado e o teste vai ser a convivência em si com as pessoas de sempre (provavelmente as que têm lido esse blog). Espero voltar melhor. A prova disso vai ser perceber que as pessoas ao meu redor também se aperfeiçoam com a minha amizade! Q...

Humano, demasiadamente Humano

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Viver aqui entre pessoas de 14 diferente países tem sido uma experiência incrível. Estou conhecendo o melhor de cada um e também as suas (e minhas) limitações. É interessante ouvir as histórias:  um que foi preso por pregar o evangelho e tem grande preocupação com a seguranca de sua família e sua de igreja. Um herói da fé. Mas na convivência a gente se vê contando piadas e rindo juntos como velhos amigos. O outro conta as lutas em seu país, cercado por radicais. Ele  usa uma espécie de toga, anda lentamente e com dignidade e tem uma expressão séria. De repente tropeça e começa a rir como uma criança. E há outras histórias incríveis. Em princípio a gente vê estereótipos (esse é oriental, aquele é indiano, o outro do oriente-médio). Depois a gente ve Deus na vida dessas pessoas... algo extraordinário. Mas a jornada mais emocionante é ver o outro simplesmente como SER HUMANO, igual a gente. E isso torna essa experiência verdadeiramente divina! Por trás de cada grande história há um dia-a-...

Cabo de aço

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Tem um senhor indiano aqui, lembra um pouco o Isaião, mas com a pele escura. Ele é bonzinho, na dele. Sentei perto dele algumas aulas atrás, mas foi meio assustador: Ele tem pelos enormes nas orelhas! Enormes mesmo... sabe, tipo bigode de gato... pois é. Uns pelos de uns 10cm... Mais uma vez eu digo: assustador! O que tem a ver com essa foto? Acho que aquele pelos são tão grossos que aguentaria uma pessoa pendurada facinho... desde que jamais seja eu!