“Pessoas especiais morrem aos domingos” , minha mãe sempre falava. [na foto, minha mãe simplesmente sendo ela mesma e feliz por isso] Ela sempre foi muito independente. Tinha suas atividades na igreja, cuidava dos meus tios, que são surdos, tinha suas amigas, amava comer coxinha na Padaria Brasileira. Sempre ia aos médicos sozinha. Era muito sociável. Era impossível passar por algum lugar e não fazer uma amiga ou amigo, mas mesmo assim não gostava que a acompanhassem ao médico. Por isso estranhamos quando nos avisou que precisávamos ir juntos ao hospital, ela, eu e meu pai. Fora pedido do médio. Parece clichê, mas no início não entendemos muito bem o que estava acontecendo. Nada fazia sentido. Estranhos os nomes, as descrição anatômicas, prognósticos, as palavras terminadas com “omas”..., mas tudo desapareceu ao ouvirmos a palavra CÂNCER. O médico queria interná-la naquele momento e operar imediatamente, mas tínhamos que esperar os resultados de outros exames que sair...
Sobre usos e costumes da Igreja Metodista O X Concílio Geral da Igreja Metodista, realizado em 1971, redigiu o seguinte texto nos Cânones da Igreja: “Dos Costumes Art. 3º - Como fez João Wesley, no seu tempo, seu pronunciamento em documento que chamou REGRAS GERAIS, código de conduta cristã para as pessoas que o procuraram, em busca de conforto espiritual, no desejo da salvação e santidade, assim a Igreja Metodista, adaptando a cada época a sua linguagem, conserva os mesmos princípios, os quais recomenda (grifo nosso) a todos os seus membros, como prática de vida, a saber: 1. Não praticar o mal. 2. Zelosamente, praticar o bem. 3. Atender às ordenanças de Deus. Fundamentada nesses princípios, a Igreja confia (grifo nosso) que os metodistas preservem a sua tradição e continuem a ser reconhecidos como pessoas de vida regrada. Os metodistas são: (...) - Abstêmios do álcool como bebida - Empenhados no combate aos v...
Fui ensaiar ontem o coro da Igreja Metodista em Rudge Ramos. Fazia um tempinho que não passava pelo bairro durante a semana. Na última vez que passei, ao redor da Universidade Metodista, estava tudo quieto e vazio. Lembrei dos velhos tempos, muita agitação, carros, jovens por todos os lados. Parecia que o coração do bairro tinha parado de bater. Talvez a universidade não seja propriamente o coração de Rudge Ramos, mas certamente é um órgão muito importante que traz (trazia?) vida e movimento ao bairro. Um órgão que ainda não está morto, mas está muito doente, e isso dói em mim. Da mesma forma a Universidade Metodista, principalmente a Faculdade de Teologia, é um órgão vital na vida da Igreja Metodista. Essa também muito adoecida. Feririam seu coração, a FaTeo, responsável pela formação essencial da vida da Igreja: a formação de seus pastores e pastoras. O colégio dos bispos encontra-se esvasiado, ou seja, a Igreja está com o coração doente e o cérebro aparentemente inoperante. Pessoalm...
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